Conto
Rua Aarão Reis, Santa Teresa, RJ
O Coletivo Labor apresenta uma reflexão sobre espaços-comuns.
Um conto de Henrique Komatsu
Ensaio Ilustrado
Morte, Vida e Vida após a Morte dos Lugares
(ou para onde os lugares vão depois que eles morrem)
Pensamentos ilustrados sobre as mudanças no espaço urbano

Por Eduardo Azevedo
Conto
Discrição
O Coletivo Labor apresenta sua primeira colaboração!
Um conto local, por Lívia Tinoco
Artigo
Estética de Quarentena
Psicologismo das redes sociais e saúde mental
Por Vitória dos Reis
Ensaio Fotográfico
Cidade Resíduo
Cenas de uma Campo Grande fantasma
Eduardo Azevedo
Ensaio
Minha Fantasia Nada Bela, Sombria e Retorcida
Uma reflexão sobre as angústias trazidas por João Benitez nas canções de seu EP de estreia "Os Cinco Cânticos do Desamparo"
Felipe Takei
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Existem lugares-comuns? Ou existem apenas olhares-comuns? O conto "Rua Aarão Reis, Santa Teresa, RJ" é essa breve narrativa sobre os lugares-comuns na literatura, nas conversas, nas pessoas e nas perspectivas de vida. É um conto que busca explorar a ideia de que, para sairmos de um lugar-comum não precisamos mudar o lugar, mas o olhar. E que para mudar o olhar, precisamos do olhar do outro, da companhia, da amizade e do afeto. Acho que toda pessoa que se arrisca a escrever, uma hora ou outra, tem que lidar com seus lugares-comuns. Por Henrique Komatsu Jane Jacobs (1) bem nos informou sobre a vida e morte das grandes cidades, porém não me lembro de ouvir alguém falar sobre a vida após a morte dos lugares. Essa discussão está longe de ser tão polêmica como a sobre a vida após a morte humana. Do pó ao pó, ou do pó ao paraíso, não são opções consideráveis para o futuro da existência de um lugar, precisamos aceitar a proposta de que somos seres passageiros e os lugares são esses seres atemporais que são espectadores de nossa breve estada. Sendo assim a proposição de vida após a morte mais aceitável para um lugar é a da reencarnação. Por Eduardo Azevedo Para a autora, Discrição "é um exercício interessante e divertido tentar inverter algumas lógicas simples. Há 33 anos um pó brilhante muito bonito foi a tragédia de vários goianos, alguns animais com cor esplendorosa também escondem um grande veneno por trás da atenção que chamam. Embora não seja de se desconfiar que coisas belas nos trazem perigo, seria ainda mais difícil suspeitar de alguma coisa que nos rodeia diariamente se camuflando tão bem a um cenário que nada parece trazer de novo." Por Lívia Tinoco Estética da quarentena e o psicologismo das redes sociais: o que será do futuro? Claro. Se hoje eu me exercitar (em casa), fizer dieta e conseguir manter uma boa rotina de sono, as chances de que eu perca alguns quilos e medidas tá no papo. Se hoje eu investir em minha carreira comprando e fazendo cursos online, assistindo lives, lendo livros e estudando, as chances de passar em um vestibular, em um programa de mestrado ou conseguir a vaga de um concurso público aumentam. Mas, o que acontece quando, apesar de todos os esforços, a meta não é atingida? Por Vitória dos Reis Esse ensaio fotográfico foi inspirado pelos estudos dos arquitetos e teóricos Juhani Pallasma (2) e Rem Koolhaas (3) sobre o que resta da cidade após a globalização, sua hiper funcionalização e transformação em mercadoria pela especulação imobiliária. Ou melhor, sobre uma cidade se tornou o que resta. Um simples fio condutor para os acontecimentos e não o seu palco. Um Ensaio Fotográfico por Eduardo Azevedo Terror é fascinante. Como forma de arte e como forma de flertar e testar os limites de seu próprio medo, sem precisar enfrentar consequências de se expor ao perigo. Já amparo, por sua vez, é substantivo masculino que vive no limbo do desejo e da saturação. Amparo não pressupõe um pedido, muito menos de socorro. Por Felipe Takei Em tempos de crise dizem-nos “não pense na crise, trabalhe!”. No contexto de muitas mulheres, dizem-nos “releve as atitudes dele, o amor precisa prevalecer…”. Em tempos de pandemia, o que é considerado amor? Por Vitória dos Reis Na incerteza de como iniciar este texto da forma mais atenciosa às motivações que me levam a escrevê-lo tomei a decisão de pesquisar quantas vezes dá pra se ouvir a música “Do Leme ao Pontal” do Tim Maia numa viagem do Leme carioca até o Pontal, e segundo a conta do twitter “quantas vezes da pra ouvir a música”, aparentemente 15 vezes. Sim, é assim mesmo que eu vou começar isso. Por Felipe Takei A expressão "Direito à Cidade" não era usada nos movimentos sociais dos anos 1960 no Brasil, mas essa discussão já era pautada nas agendas e demandas de uma luta que nesse tempo era nomeada como Reforma Urbana. Hoje vivemos em uma cidade que é reflexo de uma destruição do modo de vida no campo. O business agrícola tornou inviável a agricultura de subsistência. Por Paulo Domingos Surgimos em tempos obscuros. Em que uma das ordens é “Não fale em crise, trabalhe!”. Em que o Labor é chamado de trabalho, tarefa árdua, demorada, que tomou conta de nossas vidas. Nosso trabalho há muito tempo não é nosso. Apesar de nos venderem a um tempo a ideia de que “somos empresários de nós mesmos”, continuamos a trabalhar para os outros. O Labor mítico, da pessoa que provê sua subsistência, não é o trabalho que nos apresentaram. Esse trabalho é outra coisa, tem a ver com o tal do mais-valor.